Gestão Pública: o servidor público como parceiro

Análises sobre os desafios da Frente Mista de Gestão Pública criada em Brasília por parlamentares, como Aécio Neves, e membros dos outros poderes

 O Choque de Gestão de Aécio Neves e Antonio Anastasia será a base para ampliar uma discussão nacional, a partir da qual, os integrantes da Frente Parlamentar Mista de Gestão Pública apresentarão ao Brasil um modelo capaz de tirar o país da inércia administrativa em que se encontra.

O que se espera desta iniciativa suprapartidária, lançada nesta semana em Brasília, é que o Brasil recupere as três décadas perdidas no que se refere à profissionalização da gestão. Já que o estado brasileiro não soube aproveitar as inovações e modernizações administrativas que a iniciativa privada foi descobrindo e aplicando a partir da década de 1980.

Desde aquele período, as empresas abandonaram o modelo de planejamento embasado em apenas dois objetivos antigos: o crescimento da produção/lucro e a redução das despesas, principalmente com pessoal.

Rapidamente, perceberam a necessidade urgente de ter nos funcionários e/ou prestadores de serviço peças motivadas a crescer junto com a empresa. Era preciso que eles se sentissem parte e percebessem que o esforço e dedicação se traduziriam em ganhos não só para o patrão, mas para eles próprios.

Surgia assim a ofertar de cursos de qualificação dentro da própria empresa, vantagens e programas específicos para os familiares dos empregados e, principalmente, os chamados PLR, programas em que o funcionário, ao final do ano, tivesse uma fatia de participação financeira no bolo do lucro do patrão.

Assim, as empresas deixavam de ter o empregado como uma ameaça à sua produção e passava a contar com novos parceiros com o mesmo ideal: produzir de forma eficiente para ganhar mais.

Ainda existem críticos sob algumas mudanças na forma de gestão moderna, mas uma ação é inquestionável: estipular metas e pagar prêmios, bônus e salários extras pelo cumprimento delas foi fundamental para mudar a relação entre o “prestador de serviço” e o seu contratante.

Em Minas Gerais, entre as milhares de ações do Choque de Gestão de Aécio Neves, em 2003, o estímulo ao servidor público para que se empenhasse em executar com eficiência e profissionalismo as políticas públicas, mudou a relação com seu verdadeiro “patrão”, os cidadãos mineiros.

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