Gestão deficiente: O PT e sua pontualidade britânica para atrasar

 
 
Governo federal se supera, semestre a semestre, na capacidade de transformar a demora nos investimentos públicos em bons resultados
A gestão deficiente do PT tem se caracterizado por uma pontualidade quase britânica. Na verdade, uma pontualidade em atrasar a execução das obrigações e programas do governo federal. Seja nas obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), do PAC 2 e até mesmo nas concessões de serviços em que o governo da presidente Dilma Rousseff já se mostrou incompetente para oferecer à população, em todos ele, os atrasos de pagamentos ou tomada de decisões chega a um ano.
Na tentativa de maquiar uma realidade de lentidão, a ministra do Planejamento, Miriam Belchior, se esforça com os gráficos e as tabelas para tentar convencer a população e a iniciativa privada de que, no que depender do governo federal, o Brasil está andando.
Ao fazer o balanço do PAC 2, a ministra apresentou o resultado da equação criada no Palácio do Planalto: os gastos da União em 2012 teriam crescido 39% em relação ao primeiro semestre do ano anterior.
Porém, na realidade, o governo federal continua com problemas graves de gestão e não existe fórmula mágica ou publicitária que resolva o problema: passado um ano e meio de seu lançamento, o PAC 2 não tem nem 30% de seus projetos concluídos.
E o volume de pagamentos feitos pelo governo federal em 2012 mostra uma realidade muito menos colorida do que a ministra do Planejamento tenta pintar: dos modestos R$ 19,7 bilhões pagos pela União até julho deste ano, 77,15% é referente a “restos a pagar” de 2011. Novamente, um ano de atrasos, mantendo a sina da gestão deficiente do PT.
E para tentar acalmar a iniciativa privada, que acumula traumas e perdas desde o final de 2010, num processo claro e evidente de desindustrialização do Brasil, a ministra do Planejamento acenou com as privatizações que, quando feita pelo PT, são chamadas por eles apenas de “concessões”.
O governo federal promete para o próximo mês a abertura de licitação para a privatização de rodovias, ferrovias, portos e aeroportos. Decisão que já se mostrou urgente há pelo menos dois anos, quando se vivia o esgotamento de capacidade de muitos portos e aeroportos do país.
Como se pode ver, a gestão deficiente do PT no governo federal tem mantido uma lógica perversa: atrasar em um ano suas obrigações e uma inesgotável engenharia para encontrar resultados positivos onde a realidade já se cansou de mostrar que não há.
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