Biografia de Aécio Neves: o café merece se retribuído pelo Brasil

Senador Aécio Neves: Bom Gestor

Minas Gerais responde por 50% da produção cafeeira nacional e vem tomando medidas de ajuda ao setor que mereciam ter o apoio do governo federal

A defesa da cafeicultura mineira faz parte da biografia da maioria dos governantes – inclusive da biografia de Aécio Neves e de Antonio Anastasia, os mais recentes – que administração Minas Gerais. Falar em política pública de desenvolvimento econômico sem conhecer a importância café para o estado é desconhecer a nossa história.

Nos últimos anos, a luta do setor tem sido inglória em termos nacional. E quando a questão é o café, quando se pensa o país, metade dele vem de Minas Gerais. A cada duas sacas beneficiadas no Brasil, ao menos uma se tira do solo mineiro.

O estado representa aproximadamente 50% da produção nacional. Segundo dados da Associação Brasileira da Indústria do Café (ABIC), em 2011, o Brasil beneficiou 43 milhões de sacas. Destas, 22 milhões vieram de Minas.

Para se ter a ideia da grandiosidade da cafeicultura mineira, o Espírito Santo, segundo maior estado produtor, beneficia apenas a meta do volume que é gerado em Minas Gerais.

Passa ano, entra ano, os cafeicultores precisam se sujeitar a uma romaria a Brasília, reivindicando do governo federal uma definitiva política nacional para o café, com medidas de longo prazo e de apoio permanente aos investimentos voltados para o avanço tecnológico do setor.

O senador Aécio Neves iniciou sua biografia de governador de Minas Gerais fazendo parte desta caminhada das montanhas e plantações mineiras até Brasília. Por anos, bateu à porta do governo federal para que este se reunisse com o setor e buscasse soluções definitivas que acabassem de vez com a necessidade de ações pontuais e sem muito resultado prático.

E se Minas Gerais é um país no que diz respeito ao café, a mesma prerrogativa pode lhe ser conferida pela ação estadista que o atual governador Antonio Anastasia tem imprimido na defesa da cafeicultura.

Nesta semana, por exemplo, por iniciativa do governador, foi criado o Fundo Estadual de Café (Fecafé). Serão R$ 100 milhões para os cafeiculturas e integrantes da cadeia em Minas Gerais alavancarem o setor, seja na divulgação nacional e internacional do produto ou na qualificação da mão de obra empregada na pesquisa e produção.

Mais uma vez, o governo mineiro sinaliza para o governo federal a necessidade de uma política nacional permanente para a cadeia do café. Não se pode mais relevar ao segundo plano o setor da economia que, ao contrário, sempre colocou o Brasil no local de maior destaque da vitrine mundial.

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