Aécio Neves: economia do Brasil só foi melhor que a do Paraguai


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Aécio Neves critica desempenho fraco do PIB
e pouco investimento em infraestrutura, em entrevista publicada no Estado de
Minas
Aécio
Neves: Líder da oposição
Aécio Neves, senador do PSDB-MG,
fez um balanço negativo da administração da presidente Dilma Rousseff durante o
ano de 2012, em entrevista publicada pelo jornal Estado de Minas, em 27/12/2012.
De acordo com ele, o ano “conseguiu ser pior do que o ano de 2011”. A avaliação
do senador diz respeito ao desempenho da economia. Ele destacou que o Brasil
cresceu menos em 2012, se comparado com todos os países da América Latina, com
exceção do Paraguai, ficando atrás ainda da Europa e dos Estados Unidos.
Aécio Neves, definido pelo
jornal como pré-candidato dos tucanos à Presidência da República, falou sobre
as origens do fraco desempenho da economia: “A causa maior disso foi a absoluta
ausência do governo de iniciativa em torno das grandes reformas. O governo agiu
de forma reativa, apenas buscando diminuir problemas e não tomando a iniciativa
de enfrentá-los com reformas estruturais”.
Aécio Neves também
criticou a falta de investimentos suficientes para melhorar a infraestrutura do
país. “O Brasil não andou, ficou paralisado nestes últimos dois anos, em
especial em 2012. O PAC, que é a grande propaganda oficial do governo, nunca
teve um desempenho tão pífio”, considerou. Para o senador, as parcerias com o
setor privado também não avançaram por “falta de convicção” do governo federal
sobre a eficiência desse acordo.
Aécio Neves afirmou que
há um excesso de intervencionismo em setores da economia, que reagem
negativamente. A consequência disso é o afastamento do investimento privado, o
que vai fazer com que haja necessidade cada vez maior em áreas que não terão
mais atratividade. “Os gargalos no setor de infraestrutura são os mesmos que
tínhamos anos atrás. A marca da ineficiência e do intervencionismo mostra
claramente o que o PT vem fazendo no país ao longo desses últimos dois anos”,
disse o senador Aécio Neves.

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