Transparência: Aécio Neves abre mão de “extras” no Senado Federal

Senador Aécio Neves: Transparência no Senado Federal
 Aécio Neves: Transparência no Senado Federal


 Demonstrando transparência em seu mandato como senador da República, Aécio Neves abriu mão de receber o 14° salário de 2012 O senador Aécio Neves tomou mais uma atitude que marca a transparência de seu mandato em Brasília: abriu mão de receber o 14° salário pago pelo Senado Federal em dezembro de 2012. Por lei, o benefício, até aquele ano, era pago a todos os senadores.



 A atitude de Aécio Neves é mais uma na direção da transparência que marca sua carreira política. Quando foi governador de Minas Gerais, entre 2003 e 2010 – por dois mandatos consecutivos -, o corte de custos administrativos, como salários do primeiro escalão e o enxugamento da máquina pública, como a redução dos cargos de recrutamento amplo (sem a necessidade de concurso público) foram atos imediatos.



 Quando assumiu o Governo de Minas, em 2003, Aécio Neves anunciou medidas que visavam a transparência dentro do Choque de Gestão – modelo de gestão pública inovador que acabara de implantar no Estado. A primeira delas foi a redução dos salários do governador – ou seja, o seu próprio salário –, do vice-governador e dos secretários de Estado. O salário do governador de Minas Gerais, então, passou de aproximadamente R$ 19 mil para R$ 10,5 mil. 



Em seguida, Aécio Neves determinou o corte de 3.000 cargos públicos para os quais não se exigiam concurso público, os popularmente conhecidos como “cargos de confiança”. Da mesma forma, reduziu o número de secretarias de Estado de 21 para 15. E a obsessão de Aécio Neves pela transparência não parou por aí. 



Ainda no início de 2003, ele determinou a criação de auditorias internas em todas as secretarias e órgãos da administração direta do Governo do Estado. Minas Gerais se tornava o primeiro estrado brasileiro a possuir o mais moderno e amplo sistema de controle e fiscalização dos atos dos gestores públicos de todo o país. Assim como o próprio Aécio Neves dizia, o Choque de Gestão não era um fim; ele era o meio pelo qual políticas públicas seriam implementadas para revolucionar a qualidade de vida dos mineiros. E, como se pode ver, isto também passou pela obsessiva busca pela transparência por parte de Aécio Neves.

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