Líder da oposição: Aécio Neves não avaliza esquema do PT no Senado

Líder da oposição: Aécio Neves não avaliza esquema do PT no Senado
Senador Aécio Neves, líder da oposição

Líder da oposição: Aécio Neves, PSDB e PSB não avalizam esquema do PT para eleger Renan Calheiros como presidente do Senado

Como líder da oposição, Aécio Neves tem apresentado uma postura serena, porém firme, em relação aos abusos e ingerências do governo federal nos assuntos relativos ao Congresso Nacional. Foi assim que o senador mineiro se postou em relação ao esquema pesado que o PT colocou em prática para eleger Renan Calheiros como novo presidente do Senado Federal, amanhã (1º/02), em Brasília.

No momento em que o PT e a presidente Dilma Rousseff insistem em lançar o senador alagoano como candidato, cresce a corrente política indignada e que aponta a estratégia petista como o aval do governo federal à “banalização do crime”. Isto porque Renan Calheiros foi denunciado pela Procuradoria-geral da República por suposto pagamento de despesas com notas frias.

Quando o assunto começou a circular nos bastidores da Casa, o senador Aécio Neves – líder da oposição – foi um dos primeiros a vir a público e de forma serena, aconselhou Calheiros a renunciar da posição de candidato a presidente do Senado.

Por outro lado, o PT manteve a posição de apoiar Calheiros. Lembrando que o mesmo, em 2007, foi pivô de um grande escândalo nacional que o levou a renunciar a presidência do Senado. Naquela ocasião, foi descoberto um esquema de pagamento de despesas pessoais de Calheiros por parte de um conhecido lobista de Brasília.

A um dia da eleição, a posição firme de Aécio Neves foi seguida pelo PSDB e pela bancada de outras legendas, como o PSB, que se negaram a apoiar a candidatura de Renan Calheiros, mesmo sendo a favor da premissa da representatividade na eleição dos presidentes da Câmara dos Deputados e no Senado Federal.

Caso Renan Calheiros mantenha sua candidatura até o momento da eleição, a disputa no Senado será marcada por um embate em que a moralidade pública dividirá o Senado: de um lado o PT e sua defesa da “banalização do crime” e de outro, parlamentares e partidos cansados da desmoralização ética da política brasileira, como é o caso do líder da oposição, Aécio Neves.

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