Aécio Neves 2014: o prejuízo público causado pelo atraso de Dilma

Aécio Neves 2014: ao transformar seu mandato em embate eleitoral, Dilma paralisa o Brasil para não dar terreno ao PSDB

Aécio Neves 2014: o prejuízo público causado pelo atraso de Dilma
Aécio Neves: líder da oposição

O cada vez mais evidente embate com Aécio Neves em 2014 tem feito a presidente Dilma Rousseff paralisar o país. A ordem vida dos marqueteiros do PT, do ex-presidente Lula e do guru José Dirceu é ir contra qualquer proposta que parta do PSDB, sob a pena de ver seu principal adversário político conquistando espaço junto ao eleitorado brasileiro. Essa lógica tem sido perversa para a população já que ótimas soluções para aumentar os investimentos sociais ou reduzir o custo de vida no Brasil, propostas pelos tucanos, são imediatamente congeladas pelo PT.

O caso do novo marco regulatório da mineração é o exemplo mais em evidência no momento, já que estados e municípios produtores de minério de ferro vão acumulando prejuízos incalculáveis em função da paralisia administrativa de Dilma Rousseff.

O cerne da questão pode estar, mais uma vez, na estratégia eleitoral que vem ditando o governo da presidente da República. Ela e o PT sabem que Minas Gerais é hoje o segundo maior colégio eleitoral do país e para piorar, é onde Aécio Neves possui sua principal base, graças aos excelentes números sociais e econômicos de seus dois mandatos como governador do Estado (2003-2006 e 2007-2010).

É Minas Gerais também a principal voz que clama por uma alteração no marco regulatório da mineração, pois grande parte de seus municípios e o estado são extremamente dependentes desta commodity no bolo de suas arrecadações e, consequentemente, nos recursos que possuem para investimentos sociais e de infraestrutura.

Aécio Neves já apresentou proposta no Congresso Nacional para ampliar os royalties pagos pelas mineradoras de 3% sobre o seus faturamentos líquidos para algo em torno de 4% sobre os faturamentos brutos. Esta proposta é a defendida também pela maioria dos especialistas em mineração e a que mais se assemelha à legislação de outros países grandes produtores de minério de ferro.

Dilma e sua tropa de choque no Congresso, comandada pelo PT, não deixaram que a proposta do senador do PSDB avançasse, mesmo sabendo de sua importância para os estados e municípios produtores. Dentro da estratégia eleitoral para reeleger a presidente em 2014, creditar a Aécio Neves essa proposta seria reconhecer sua dedicação pelos interesses de Minas Gerais.

O pior não tem sido a blindagem de Dilma e do PT às propostas do PSDB, mas sim, este fato combinado com a extrema incompetência gerencial do governo federal. Desde que assumiu o governo, em 2010, Dilma promete enviar ao Congresso uma proposta para o novo marco regulatório. Até hoje não fez.

Até mesmo o relator do tema no Conselho de Altos Estudos da Câmara, deputado Jaime Martins (PR-MG) vem implorando para que Dilma Rousseff deixe a inércia e tome uma atitude em relação ao marco regulatório: “estamos vivendo um prejuízo grande. Essa iminência da mudança do marco regulatório fez com que muitas empresas paralisassem seus investimentos”.

Muitos municípios que dependem do aquecimento do setor mineral vivem a iminência da paralisia ou da falência administrativa. Tudo porque Dilma Rousseff não consegue tirar os olhos do embate que terá em 2014 com Aécio Neves.

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