Eleições 2014 – Aécio Neves: “PT diminui investimentos na saúde”

Eleições 2014: Aécio Neves tem potencial de crescimento maior do que Serra
Senador Aécio Neves: PT diminui investimentos na saúde

 
Eleições 2014: Aécio Neves denuncia redução de investimentos do PT na área da saúde; estados e municípios agonizam
A saúde, como em todos os anos, deverá ser um dos principais temas das Eleições 2014. Aécio Neves, Dilma Rousseff, Marina Silva e Eduardo Campos falarão muito sobre ela daqui até o embate do próximo ano. No caso da presidente, que tentará a reeleição, uma explicação lhe será cobrada: por que o governo do PT, ao invés de aumentar os investimentos em saúde nos últimos anos, diminuiu?

Muitos petistas, principalmente os que estiveram ao lado do ex-presidente Lula, como é o caso da ex-ministra e hoje presidente da República, irão dizer que a culpa vem de 2007, quando chegou ao fim a cobrança da Contribuição Provisória sobre Movimentação e de Créditos e Direitos de Natureza Financeira; resumindo, a CPMF.

Naquela data, o PT já não investia os recursos da CPMF na saúde, como a legislação determinava, mas usou dela para tentar convencer a população de que o fim do tributo seria um caos financeiro. A equipe econômica de Lula falava em uma perda de arrecadação de R$ 40 bilhões.

Não durou nem um ano para que a máscara caísse: a arrecadação do governo federal no ano seguinte – 2008 – aumentou. Bateu a casa dos R$ 701,4 bilhões, 7,68% a mais do que o total arrecada em 2007.

Em 2011, quatro anos sem a CPMF, a arrecadação do governo federal chegou próxima de R$ 1 trilhão. O que não aumentou foi o investimento na saúde. Nem Lula e tampouco Dilma tiveram vontade política de encontrar outro mecanismo para ampliar os aportes federais nesta área.

Com a desculpa do fim da CPMF, o PT jogou nas costas de estados e municípios o ônus de se investir em saúde.

“É difícil encontrar um município, sabem os prefeitos, que invista menos que 20%, 25% de suas receitas em saúde, porque a omissão do governo é grave. Há 10 anos, o governo federal participava com 46% de tudo que se investia em saúde pública no Brasil. Hoje, o governo federal participa com 36% apenas. E essa conta ficou para municípios e estados. Já que os municípios participam constitucionalmente com 15% de seus recursos em saúde, os estados com 12%, que a União participasse com 10%. Não conseguimos ter êxito”, denunciou Aécio Neves, ontem, durante encontro com prefeitos paulistas, em Santos.

Ninguém em sã consciência defende o aumento de impostos, até mesmo porque já vivemos num país com uma das mais altas cargas tributárias do mundo. O que precisamos é de um governo sério, comprometido em resolver a questão da saúde pública. E essa fatura será cobra do PT e de Dilma, nas Eleições 2014, por Aécio Neves.

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