Saneamento básico: senador Aécio Neves denuncia omissão de Dilma

Saneamento básico: senador Aécio Neves denuncia omissão de Dilma
Aécio Neves denuncia omissão de Dilma na área de saneamento

“O governo prefere o caminho da dependência permanente”, diz senador Aécio Neves sobre não cumprimento de promessa na área de saneamento

Quando chegam as eleições, para alguns políticos, vale tudo para conquistar votos. Até mesmo se apropriar de ideias alheias é possível. Tanto neste caso quanto no descumprimento de promessas feitas, a aposta é sempre na memória curta da população e na impunidade que se vive no país.

O plágio de projetos e bandeiras políticas se alastra neste cenário. Como foi o caso do governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), na última reunião dos governadores dos estados da área da Sudene, em Fortaleza/CE, quando tentou lançar como sua a proposta do senador Aécio Neves (PSDB) de desoneração das empresas estatais de saneamento básica, como forma das mesmas se capitalizarem para ampliarem os serviços prestados à população.

Pior ainda do que plagiar propostas é transformá-las em promessas de palanque e nunca cumpri-las quando se conquista o mandato. Este é o caso da presidente Dilma Rousseff em relação ao mesmo tema.

Em 2010, ela prometeu desonerar as estatais de saneamento básico da cobrança do PIS/Cofins. Não cumpriu.

“Em saneamento, em 2012, mais uma vez as empresas de saneamento do Brasil inteiro somadas gastaram mais em pagamento de impostos do que em obras de saneamento. E hoje mais de 50% da população brasileira vive sem saneamento adequado. Nada mais razoável do que fazer o que foi prometido na campanha eleitoral: desonerar as empresas de saneamento do PIS/Cofins para que elas possam diretamente definir suas prioridades e fazer os investimentos que, obviamente, ocorrem nos municípios”, aponta Aécio Neves, o autor da proposta apropriada por Campos e eleitoralmente prometida por Dilma.

E ele próprio explica porque, estranhamente, a presidente nunca veio a público responder o porquê de não ter cumprido o que prometeu: “Mas a lógica do governo tem sido não irrigar diretamente estados e municípios e, na outra ponta, oferecer convênios ou parcerias, muitas delas difíceis de se concretizar. O governo prefere o caminho da dependência permanente”, conclui o senador Aécio Neves.

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