Aécio Neves 2014: PT não controla a qualidade dos serviços públicos

Senador Aécio Neves: PT não controla a qualidade dos serviços públicos

Aécio Neves 2014: “a presidente deveria acompanhar a qualidade dos serviços públicos”

Aécio Neves espera que 2014 seja o ano da mudança de conduta na administração pública federal. Mais do que aumentar os investimentos, o senador mineiro tem a meta de introduzir no governo federal uma política de controle da qualidade dos serviços prestado à população.

Culturalmente, tornou-se costume da crônica política e da oposição no Brasil medir o grau de satisfação de uma administração pública por meio dos valores investidos, dos balancetes do Produto Interno Bruto (PIB), do número de equipamentos comprados ou funcionários contratados para determinada ação pontual, entre outros índices e tabelas.

Porém, outro viés da fiscalização dos atos públicos ainda é pouco usual no país: a partir do ponto de vista da qualidade do serviço prestado. Ou seja, por exemplo, não adianta ter gasto um volume recorde de recursos para levar água ao semiárido brasileiro se este dinheiro foi empregado em ações inócuas ou pouco produtivas.

A transposição do Rio São Francisco é um exemplo deste mau uso dos recursos públicos. Se olharmos pelo volume de dinheiro aportado na obra, com certeza, ela deve ser considera a maior intervenção pública em prol do semiárido.

Já ao analisar a prática disto, o que se vê é um projeto bilionário que até agora não levou uma gota d’água sequer para os canais da transposição; teve reajustes nos contratos fora dos padrões e boa parte do que está construído já está estragado antes mesmo da inauguração.

A mesma situação pode ser vista nas estradas brasileiras. Num primeiro momento, o governo federal optou por concessões onde os vencedores seriam aqueles que apresentassem menores preços nos pedágios. Hoje, o que se vê é uma qualidade precária do serviço prestado.

Eles têm de acompanhar é a qualidade do serviço e o que isso representa de bem estar da população”, aponta Aécio Neves. “Demoraram quase dez anos para fazer concessões ao setor privado. Fizeram isso lá atrás com uma visão equivocada, que deveriam ter a menor tarifa, no caso das concessões rodoviárias. Tudo bem, belo conceito, mas trágico para o Brasil. Resultado: as obras não foram feitas, os investimentos não foram feitos”, completa.

É isso que o senador mineiros e pré-candidato pelo PSDB quer mudar no Brasil. O Executivo não pode mais se furtar à obrigação de fiscalizar suas próprias ações. E 2014 será o ano em isso pode mudar, na visão e no desejo de Aécio Neves. 

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