Aécio Neves 2014: a democracia de ocasião do PT

Senador Aécio Neves: gestão eficiente
Senador Aécio Neves

Aécio Neves 2014: PT é oportunista ao colocar sua base no Congresso para aprovar a toque de caixa uma reforma que se negou a fazer em dez anos

O PT quer impedir que outros candidatos, além de Aécio Neves, se fortaleçam para 2014. E para isso tem feito o uso indiscriminado da máquina pública tanto financeiramente quanto politicamente. É o caso da manobra completamente oportunista de aprovar fatias da reforma política que vão de encontro a seus interesses partidários.

Não passa de um golpe de estado a pressão que o governo federal fez sobre sua base aliada na Câmara dos Deputados para aprovar barreiras que impeçam o fortalecimento de candidaturas como a de Marina Silva, ainda sem partido e do governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB).

Nada mais justifica a surpreendente rapidez com que o governo federal e o PT se empenharam em aprovar medidas que inibam a criação de novos partidos neste momento. Isso porque a reforma política está na pauta da Agenda Nacional há 10 anos e nunca foi prioridade para os presidentes Lula e Dilma, mesmo tendo ampla maioria no Congresso Nacional durante todo este tempo.

A verdade é que a reforma política tomou a dianteira na lista de preocupações do governo federal exatamente no momento em que pré-candidatos à Presidência da República, como Marina e Campos, começaram a se fortalecer e a ameaçar uma debandada da base aliada da presidente Dilma.

Além de seduzir a base da candidata à reeleição pelo PT, o surgimento de novas candidaturas de oposição sinaliza para o reforço da candidatura de Aécio Neves num eventual segundo turno das eleições contra Dilma. E isso preocupa os líderes petistas.

O ministro da Secretaria Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, se apressou em ir à imprensa blindar a presidente da República da manobra arquitetada no Palácio do Planalto. Tentou trazer para os petistas a bandeira da reforma política. Porém, o que ele não consegue esconder é o teor extramente oportunista desta ação, pois o mesmo PT que tenta barrar a criação do partido de Marina Silva – a Rede – e enfraquecer a fusão do PPS com o PMN é o mesmo PT que apoio o surgimento do PSD de Gilberto Kassab, partido que retirou pares do PSDB e do DEM e hoje faz parte da base aliada ao governo federal.

Ao PT de Dilma e Carvalho não resta mais nenhum traço de moralidade. Farão de tudo para evitar uma corrente oposicionista em 2014, liderada por Aécio Neves.


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